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16/11/2015

Antônio Jorge: Conhecer para cobrar







Foto: Arquivo
Antônio Jorge: Conhecer para cobrar
Antonio Jorge (PPS-MG), é autor do projeto de lei que inclui o Direito Constitucional como disciplina na grade curricular das escolas mineiras.


Por: ASCOM. Deputado

Pesquisa realizada em 2008 em âmbito nacional pela Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e com a empresa Opinião Consultoria, já apontava para uma crise na democracia representativa brasileira. Como demonstrava a pesquisa, naquela época, a maioria dos brasileiros, 81,9%, não confiava na classe política. O índice alto de descrença também se repetia em relação às instituições, como a Câmara dos Deputados e o Senado Federal; 83,1% e 80,7%, respectivamente. Nem mesmo os partidos políticos escaparam do olhar crítico da população. A desconfiança em relação a eles era de 75,9%. Mas, como dado positivo, apesar do descrédito nos políticos e nas instituições, o otimismo ainda permeava a sociedade brasileira. Mais de 80% dos entrevistados acreditavam que a corrupção podia ser combatida.

Sete anos depois a constatação é que pouca coisa mudou. Para o deputado Antonio Jorge (PPS-MG), autor do projeto de lei que inclui o Direito Constitucional como disciplina na grade curricular das escolas mineiras, o desconhecimento dos direitos e do funcionamento do Estado pode ser um dos motivos do agravavamento da crise e do aumento da apatia da população em relação aos destinos da nação. “Acredito que a escola, célula formadora de cidadãos, é o cenário adequado para a discussão de questões de relevância para a sociedade. Proponho, com esse projeto de lei, abordar, como parte da grade curricular, temas relacionados à Nação, ao Estado, à cidadania, aos direitos fundamentais e sociais com nome, conteúdo programático e carga horária padronizados nos cursos médios do Estado. Conhecer as instituições e quem as representa, quem é o politico, saber sobre a que se propõe, qual é o seu papel de fato, quais são os seus deveres e direitos, todo esse conhecimento, pode, sim, formar cidadãos e melhorar, não só a imagem, mas, principalmente, o serviço que nós, representantes da população, podemos prestar à sociedade”.





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